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A indicação de José Haroldo Campos para a Presidência do IPER, foi aprovada, hoje (4), no Plenário da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE/RR), por unanimidade. Ele assumiu o cargo, interinamente, no fim do ano passado, e, desde então, vem desenvolvendo um excelente trabalho no Instituto, que já recuperou quase 80 milhões de reais dos fundos ilíquidos, bateu recordes de arrecadação, valoriza os servidores e é exemplo de transparência. “Eu acredito que a aprovação se deu em razão do trabalho que fizemos aqui. Agradeço a todos os servidores do IPER, que se empenham, com dedicação e competência, para que o Instituto, hoje, seja uma referência em previdência. Essa conquista é nossa”, comemorou José Haroldo.

No dia 8 de maio, José Haroldo Campos foi sabatinado e aprovado pela Comissão Especial Externa da ALE, formada pelos Deputados Estaduais Odilon Filho (Patri), Renato Silva (PRB), Catarina Guerra (SD), Aurelina Medeiros (Pode) e Soldado Sampaio (PCdoB). O Deputado Odilon Filho, que presidiu a comissão, destacou o conhecimento técnico de José Haroldo. "Não tivemos dificuldades em fazer com que o nome dele fosse aprovado pela comissão”, disse, à época.

José Haroldo Figueiredo Campos é Bacharel em Direito pela Universidade de Cuiabá e Pós-graduado em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. Possui Curso de Mediador e Árbitro Institucional - CAMEJA - Santa Catarina e de Gestor de Regime Próprio de Previdência (CGRPPS). Foi Auxiliar de Biblioteca no Centro Interdisciplinar de Estudos Jurídicos - Tangará da Serra – MT, onde também atuou como Mediador e Árbitro Institucional Titular no Tribunal Arbitral; Diretor da Faculdade Cathedral de Àgua Boa – MT; Diretor Financeiro da Holding HFM - Boa Vista; Diretor Administrativo da Faculdade Cathedral de Boa Vista; Diretor Administrativo da Cervejaria Boa Vista e, agora, Presidente do IPER.

A Ouvidora do IPER, Gisele Alves Freitas, está participando, na manhã de hoje (29), da Primeira Reunião Ordinária da Rede Estadual de Ouvidorias, que está sendo realizado na Defensoria Pública do Estado.

Um dos objetivos é ampliar o conhecimento e a discussão de assuntos relacionados ao trabalho das ouvidorias e dar orientações para o cumprimento do Decreto 26.553-E/2019, que regulamenta os capítulos III, IV e VI da Lei Federal 13.460/2017, que dispõe sobre participação, proteção e defesa dos direitos do usuário dos serviços públicos, no âmbito do Poder Executivo Estadual e institui a criação da Rede de Ouvidorias.

“É o momento de trocar experiências e estabelecer um diálogo entre as ouvidorias para aproximar o cidadão da administração pública”, disse Gisele

O Chefe da Divisão de Investimentos do IPER, José Guilherme Fernandes, é o primeiro Agente Autônomo de Investimento (AAI) certificado pela Associação Nacional das Corretoras e Distribuidores de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias (ANCORD), em Roraima.

A ANCORD é a organização responsável por agrupar e representar as empresas atuantes no mercado financeiro e de capitais, além de ser reconhecida pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) como a única organização capaz de credenciar e regulamentar a atuação de AAIs.

Para o Presidente Interino do IPER, José Haroldo Campos, a certificação é excelente para o Instituto, que possui servidores qualificados. “Eu agradeço pelo apoio e reconhecimento. Aqui me sinto sempre estimulado a buscar capacitação e evolução profissional”, disse José Guilherme.

Nessa quinta-feira (22), o Juiz Titular da 2ª Vara da Fazenda Pública, Luiz Alberto de Morais Júnior, extinguiu a ação civil pública que bloqueava os recursos do Instituto de Previdência do Estado de Roraima (IPER). A sentença revoga a decisão liminar proferida em caráter de urgência e determina o desbloqueio de todas as contas do IPER, cessada qualquer outra restrição advinda do comando judicial que limitava o acesso aos recursos dos fundos previdenciários.

A ação civil pública com pedido de tutela de urgência foi ajuizada pelo Ministério Público do Estado de Roraima (MPRR), em julho de 2018, para evitar que os recursos previdenciários fossem utilizados no pagamento de despesas próprias do Poder Executivo, previsto no Projeto de Lei Complementar Estadual n° 007/2018, que padece de vício flagrante de constitucionalidade, conforme a sentença.

De acordo com o Presidente Interino do Instituto, José Haroldo Campos, a inexistência, na atual gestão, de qualquer receio na retirada de recursos públicos do RPPS, bem como a condução responsável que vem sendo realizada, foram fundamentais para a extinção da ação. “Na iminência da retirada dos recursos, trabalhamos arduamente para evitar tamanha inconstitucionalidade”, disse ele.

O Chefe da Procuradoria Previdenciária, Rondinelli Matos Pereira, lembra que, mesmo sofrendo pressões diárias, os servidores do IPER foram intransigentes à violação da Constituição da República de 1988 e da legislação vigente. “Isso é refletido, ainda que em poucas palavras, em fragmento esposado na sentença: ‘O IPER não se opôs aos pedidos do Ministério Público, inclusive postulou a exclusão do polo passivo para figurar no polo ativo da demanda, tamanho o receio de ter suas contas esvaziadas por uma eventual Lei aprovada sem consulta direta ou indireta ao órgão’ ”, destacou Rondinelli.

O Instituto de Previdência do Estado de Roraima (IPER) está proporcionando aos servidores a prática de ginástica laboral, duas vezes por semana. A intervenção, que ocorre no início do expediente, dura aproximadamente 15 minutos e promove o aquecimento dos grupos musculares que serão solicitados durante a execução das tarefas.

 

Para a Vice-Presidente do IPER, Adriana Padilha, os exercícios promovem saúde e bem estar. “O servidor desperta e tem mais disposição para enfrentar a jornada de trabalho. Além disso, a prática também oferece uma quebra na rotina e promove a integração dos colaboradores”, disse ela.

 

A ginástica laboral é executada pelas acadêmicas do curso de fisioterapia da Faculdade Cathedral, Evanessa Silva e Layra Mesquita, sob a supervisão do Diretor do Núcleo Estadual de Reabilitação Física (NERF), Ronaldo Silva. “O objetivo do projeto “NERF sem fronteiras” é prevenir, nos órgãos estaduais, lesões ocupacionais e evitar que os servidores precisem ir até o núcleo”, explicou Ronaldo.

 

Thalissa Pereira é estagiária do Recursos Humanos e costuma ficar muito tempo sentada, na frente da computador. Ela elogiou a iniciativa. “Os exercícios são simples, podem ser feito em qualquer lugar e a qualquer momento. É uma forma de alongar e exercitar os músculos. Eu gostei bastante”